Hoje escrevo sobre uma experiência que tive no final de semana passado. Nunca na minha vida de acadêmico fui a bienal de arquitetura, mas neste ano tive a oportunidade. Não sabia que era tão grande e com tantos projetos.
No primeiro andar, os projetos do Concurso Internacional de Escolas de Arquitetura traz muito projetos que a primeira vista são difícies de entender, com muitos textos pequenos e poucos desenhos explicativos. Gostei bastante do corredor do Governo do Estado de São Paulo, pois nos envolve na cidade criada através das fotomontagens e da sensação de profundidade através do arredondamento da base.
Já o segundo com exposição de dois grandes arquitetos brasileiros, Niemeyer e Paulo Mendes da Rocha, com 11 arquitetos convidados (será?) e exposição geral com muitos projetos que tem em revistas de arquitetura. O que mais chama a atenção e o que mais devemos nos ater, passando mais rapidamente pelos outras seções acima, são as representações nacionais de alguns países. Interessantíssimo!!!
Bom, agora sugiro dar uma passada lá, pois vale muito a pena. E se você for estudante leve a carteirinha, tá! :P
Sugiro também uma leitura do blog do Daniel Piza do Estadão: http://blog.estadao.com.br/blog/piza/?cat=118
Ah! Também tenho uma dica interessantíssima, quando formos apresentar projetos em eventos, menos texto e mais desenhos e figuras, assim o projetos fica super legível e rápido e a pessoa entenderá o seu projeto. Até!
Um comentário:
Eu acho que a bienal tem que se reinventar.
Do jeito que os trabalhos são expostos, com raras exceções, a coisa fica totalmente massante para os leigos (o que é o meu caso). E olha que pra conseguir fazer da arquitetura algo massante tem que caprichar mesmo.
Maior interatividade, é disso que a bienal precisa. Ninguém (acho que nem mesmo quem é da área) aguenta horas de pé pra ler todos aqueles cartazes cheios de textos.
Faltou critividade... e falta de criatividade é algo mortal pra um arquiteto, né não?
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